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04/07/2019 | domtotal.com

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Ao observar as fotografias de Juninho Motta, o espectador é impelido a dois movimentos: primeiro, a contemplação. Depois, aos poucos, as paisagens idílicas e poéticas evocam o silêncio de tal maneira que fazem o espectador fazer um movimento interior, de reflexão e quase meditativo. “Por ser espiritualista, busco no silêncio a quietude para encarar a vida. Ele funciona como uma meditação budista ou coisa similar. É nele que foco quando quero resposta para alguma adversidade”, diz o artista.

A exposição “mãe Terra” será aberta nesta quinta-feira (21), às 19h, na galeria da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, onde fica em cartaz até 26 de abril. 

A curadoria de “mãe Terra” foi de Sabrina Mara Sant’Anna, professora de História da Arte da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Para ela, “as fotografias expressam o desejo do próprio fotografo de se afastar do tempo que (des)dura, da vida acelerada e ruidosa que se tem nos centros urbanos com o intuito de encontrar e revelar, ao mesmo tempo, a força criadora e regeneradora da natureza”.

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A natureza e a paisagem são temas clássicos na história da arte. Com o advento da fotografia no século 19 não foi diferente. A dimensão técnica de reprodução da imagem – da pintura para o registro químico por meio da luz – manteve-se fiel à tradição. 

Ao registrar paisagens, as duas formas de arte têm em comum a premissa do olhar humano. Por mais into