18 Out 2019 | domtotal.com

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Por Carlos Brickmann

Ao observar as fotografias de Juninho Motta, o espectador é impelido a dois movimentos: primeiro, a contemplação. Depois, aos poucos, as paisagens idílicas e poéticas evocam o silêncio de tal maneira que fazem o espectador fazer um movimento interior, de reflexão e quase meditativo. “Por ser espiritualista, busco no silêncio a quietude para encarar a vida. Ele funciona como uma meditação budista ou coisa similar. É nele que foco quando quero resposta para alguma adversidade”, diz o artista.

A exposição “mãe Terra” será aberta nesta quinta-feira (21), às 19h, na galeria da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, onde fica em cartaz até 26 de abril. 

A curadoria de “mãe Terra” foi de Sabrina Mara Sant’Anna, professora de História da Arte da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Para ela, “as fotografias expressam o desejo do próprio fotografo de se afastar do tempo que (des)dura, da vida acelerada e ruidosa que se tem nos centros urbanos com o intuito de encontrar e revelar, ao mesmo tempo, a força criadora e regeneradora da natureza”.

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A natureza e a paisagem são temas clássicos na história da arte. Com o advento da fotografia no século 19 não foi diferente. A dimensão técnica de reprodução da imagem – da pintura para o registro químico por meio da luz – manteve-se fiel à tradição. 

Carlos Brickmann
é jornalista e diretor do escritório Brickmann&Associados Comunicação, especializado em gerenciamento de crises. Desde 1963, quando se iniciou na profissão, passou por todos os grandes veículos de comunicação do país. Participou das reportagens que deram quatro Prêmios Esso de Equipe ao Jornal da Tarde, de São Paulo. Tem reportagens assinadas nas edições especiais de primeiras páginas da Folha de S.Paulo e do Jornal da Tarde.
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